Online UNISANTA

28.09 a 05.10 de 1996

English version

O candidato a prefeitura de Santos, Beto Mansur, do Partido Progressista Brasileiro (PPB), continua subindo nas pesquisas eleitorais, enquanto Telma de Souza, do abre Partido dos Trabalhadores (PT) está caindo. Essa tendência também foi verificada na pesquisa realizada pelo OnLine, com os estudantes da Unisanta. Telma continua na primeira posição com 31,35% das intenções de voto, Beto ficou em segundo, com 17,91% o que indica a realização do segundo turno.


Escola Emergente

Foto
Professores e alunos
da UNISANTA Levam tecnologia
e informação a Boiçucanga
Projeto Escola Emergente
Unisanta cria projeto oito e meia
Devastação da Amazônia Legal
Prefeitura incentiva a cultura
Combate ao desemprego não é prioridade para candidatos
Ampliação do currículo escolar é bem-vinda
Rio 2004
Teleconferências ganham espaço
Online realiza pesquisas sobre eleições
Santos inaugura primeira república para idosos
Uma festa merecida

Breaking News

o

Eleições 1 - A candidata do PT, Telma de Souza, e Beto Mansur do PPB disputarão o segundo turno das eleições para a prefeitura de Santos. O resultado final foi de 34.86% para Telma e 29.67% para Beto Mansur. O candidato do PSDB, Edmur Mesquita ficou com 15.31%, Oswaldo Justo do PMDB com 11.39% e Gilson Miguel do PV 1.88%. Os votos Nulos foram 5.50% e brancos 1.39%.Confira os resultados do país computados pelo TSE.

o

Eleições 2 - As eleições transcorreram em clima de tranqüilidade na Baixada Santista. Em Santos, quem mais esquentou a cabeça foram os técnicos de informática da Justiça Eleitoral, para resolver as falhas de diversas urnas eletrônicas. Coisas da informática! Em algumas sessões, o jeito foi usar a urna antiga. Outro problema foi provocado pela boca de urna, que apesar de proibida correu solta em todas as cidades da região.

o

Enquanto no Brasil o se discute os resultados da eleição , na Argentina a CGT (Confederação Geral do Trabalho) está em estado de alerta e mobilização permanente, contra o projeto de flexibilização trabalhista. O governo argentino pretende acabar com direitos vigentes há cerca de 50 anos, como a jornada máxima de oito horas diárias.

Classificados

Música Crianças perdidas Computadores Pessoais

Campus | Ciência | Cultura | Economia | Educação | Esporte | Mídia | Política | Regional

Expediente | Pier Responde | Unisanta | Home Page