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Santos sofre com superlotação dos Prontos Socorros
sábado, 12 de maio de 2012

Vinícius Anselmo

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Os hospitais de Santos vêm sofrendo com a superlotação de seus terminais de emergência. O Pronto Socorro (PS) Central é o mais preocupante. A grande maioria espera de pé ou deitado, pois não há acento para todos, o local não é ventilado e falta espaço. Pacientes chegam a ficar quatro horas esperando por um atendimento.

Este foi o caso de Thalyta Bueno Pereira, de 17 anos. “Consultei-me no PS Central, por ser o mais próximo. Aguardei duas horas na fila, depois fiquei mais duas horas sendo medicada”. Ela teve sintomas de uma virose, com vômitos, febre e dores na barriga. Ela procurou o PS Central por ser o mais próximo de sua casa.

O número alto de pacientes em espera por um atendimento deve-se a falta de profissionais na área. É o que aponta um Profissional da área da saúde de Santos, que não quis de identificar. “Faltam profissionais na área de saúde em todas categorias. Vejo que a maioria está desmotivada perante a carga horária excessiva de trabalho e a má remuneração que recebem. Muitos profissionais possuem mais que um vínculo empregatício e assim se desgastam mais".

Outro motivo para superlotação é que nem todos aqueles que estão no aguardo realmente
necessitam de um atendimento imediato. “A população ainda vê o serviço de urgência como porta de entrada para o sistema de saúde. Grande parcela dessa população busca o PS para resolver problemas de saúde que poderiam ser atendidos na atenção básica (postos de saúde). Eles acreditam que seus problemas de saúde seriam resolvidos pelo fato do PS apresentar mais recursos tecnológicos como exames laboratoriais, Raio X e tudo mais. Resumindo, grande parte procura o serviço de urgência para se consultar, não estando em risco de saúde”.

Pensando em solucionar esse problema, em 2002, foi criada a classificação de risco, portaria 2048. Onde os pacientes mais graves são priorizados na ordem do atendimento. Um membro da equipe de saúde faz essa triagem mediante as queixas e sinais e sintomas apresentados pelo paciente. Sendo assim, aquele que tiver mais urgência tem prioridade.

Thalyta conta que se tiver outra emergência infelizmente terá que voltar ao PS. “Infelizmente terei que voltar, pois é o único lugar aonde podem me atender até que eu faça um convênio. A minha dica é que se tenha paciência, e só enfrente o PS se não tiver mais jeito. E prepare o psicológico, pois é uma tortura e tanto.”

Abordado sobre a causa da superlotação dos PSs, o Profissional da Saúde argumentou. “Não há uma pessoa responsável pela superlotação. É um ciclo vicioso. A equipe de saúde deve conscientizar a população para compreensão do sistema de saúde e instâncias governamentais deveriam pensar em motivar seus profissionais. Pode-se comparar a um trabalho de formiga, cada um fazendo sua parte".


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