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Suspensão de vacina anti-rábica traz riscos na Região
sábado, 12 de maio de 2012

Júlia Maichberger Augusto

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 Júlia Maichberger

Em 2010, a campanha gratuita de vacinação anti-rábica em cães e gatos promovida pela Secretaria de Estado de Saúde foi suspensa, pois os animais tiveram reações adversas ao medicamento e alguns chegaram à morte. No ano passado a vacinação foi retomada, mas novamente suspensa por apresentar os mesmos problemas.

Neste ano, o Ministério da Saúde repassou a todo o Estado, 3 milhões das 8 milhões de doses da vacina que seriam necessárias para imunizar todos os animais. As cidades beneficiadas foram as que registraram algum caso de raiva em cães ou gatos, fazendo com que a Baixada Santista fique fora da campanha. A estimativa é que cerca de 150 mil cães e 90 mil gatos fiquem sem a vacina gratuita. Esse medicamento deve ser dado anualmente em todos os animais domésticos.

Resumidamente a raiva é uma doença que afeta os mamíferos e é causada por um vírus que se instala no organismo. Pode também afetar o ser humano, e a transmissão ocorre através do contato da saliva, mordidas, lambidas ou arranhões. Outros casos de transmissão registrados são a via inalatória, pela placenta e aleitamento e, entre humanos, pelo transplante de córnea.

Existem dois tipos de raiva, a selvagem, que acontece geralmente entre os lobos e morcegos, e a raiva urbana, que tem como principal agente o cão, seguido pelo gato. É muito rara a cura da doença, tendo poucos registros em todo o mundo.

A falta de vacinação pode acarretar em uma epidemia de raiva, atingindo também a saúde do homem. A solução para os donos dos animais, por enquanto, é apelar para as clínicas particulares, que cobram média de R$ 50 pela imunização.

Marisa Silva Fonseca, de 58 anos, mora em uma casa no bairro do Embaré, tem três cães e um gato, e reclama. "Desde o ano passado que eu não vacino meus bichinhos. Fica muito caro pra eu levar eles em uma clínica, porque eu já gasto dinheiro com ração e vermifugação".

Porém, segundo Leila Abreu, coordenadora da Proteção à vida Animal (Coprovida), ainda esse ano em agosto, está agendada uma nova campanha, agora com uma vacina importada, aquela mesma utilizada nas clínicas veterinárias. Esse medicamento importado nunca registrou nenhum caso de morte.

Leila explica ainda que os donos de animais não devem ficar preocupados quanto à nova vacina. "A aplicação do medicamento anualmente é fundamental e muito importante para a vida de todos", conclui.


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