Você está aqui: Primeira página » Saúde
Edição nº 373 | Ano XIX | Fechada em 19/05/12 às 12h30
Cadernos
 Campus
 Cultura
 Eleições 2012
 Esportes
 Geralis
 Porto
 Regional
 Saúde
 Primeira página

Contato
 Escreva para nós
 Sugira uma pauta
 Colabore conosco

Sobre o Online
 Expediente
 Arquivo
 História

 Parceria InfoSpace
 Parceria U-Wire
 RSS

Especiais
 Eleições 2004
 Eleições 2006
 Intercom 2007

 Eleições 2008
 Eleições 2010
 Copa do Mundo 2010

 

 

 
Excesso de suor e mau cheiro podem ser problemas de saúde
sábado, 19 de maio de 2012

Gilda Lima

Envie esta matéria para um amigo Imprima esta matéria

 Kira Alves Lima

Sabe aquele seu amigo gente fina, alto astral, que está sempre de bem com a vida e tem opinião sobre todos os assuntos? Imagine agora que, além de todas essas qualidades, ele tem um ponto negativo: tem mau cheiro. O que fazer, contar para ajudar ou ficar quieto para não perder o amigo? Há maneiras para resolver o problema e acabar com essa dúvida.

Existem muitas razões para o mau cheiro de uma pessoa. Elas podem ser fisiológicas ou mesmo de costumes, como roupas mal lavadas ou desodorante ruim. Independentemente, essas pessoas podem ter vergonha de procurar ajuda e até mesmo acreditar que o próximo não sente o odor desagradável.

A consultora de Etiqueta Ligia Marques explica que esse problema é comum em quase todas as empresas que visita. "Sugiro que alguém coloque, de forma anônima, um bilhetinho simpático na mesa da pessoa", comenta Lígia. Porem, se for em ambiente fora de trabalho e a pessoa seja mais íntima, pode dizer: "Olha, por favor, não me leve a mal, mas falo porque gosto de você e penso que posso te dar uma dica. Acho que esse seu perfume não combina com você", aconselha Lígia, "Mas sempre mantendo a simpatia".

Sugiro que alguém coloque, de forma anônima, um bilhetinho simpático na mesa da pessoa(Ligia Marques)Se for uma doença, o cheiro ruim pode ser causado pela bromidrose axilar, muitas vezes associada a hiperidrose das axilias, ou seja, o aumento da sudorose. Esse tipo de síndrome é mais comum entre os homens, pois eles produzem 50% a mais de suor que as mulheres, mas o tratamento é o mesmo entre homens e mulheres.

A dermatologista Fernanda Modolo de Paula explica que existem vários tipos de tratamentos e acessíveis para todos os bolsos. A primeira regra é a mudança de hábitos de higiene, manter as axilas sempre limpas e secas, além de preferir usar roupas de algodão aos sintéticos ajuda bastante.

Fernanda recomenda o uso de desodorante antitranspirante aliado a antibióticos tópicos (que contenham a substância sais de aluminio).

A ingestão de alimentos como cebola, alho, álcool e curry deve ser evitada, já que eles podem interferir no odor. Ela orienta, também, que limão não deve ser usado na tentativa de disfarçar o cheiro, pois ele pode manchar a pele. "Se a pessoa não tem condições financeiras, ela pode utilizar talco, pomadas a base de cânfora ou magnésio, que não têm contra indicação".

Caso nenhuma dessas precauções provoque o efeito desejado, a solução é uma cirurgia. "A cirurgia torácica (simpatectomia) ou cirurgia local com remoção extensa de estruturas glandulares é recomendada apenas quando todas as opções testadas não apresentam nenhum resultado. O incoveniente desta cirugia é a cicatriz", comenta Fernanda.

A médica destaca, no entanto, que na maioria dos casos, a cirurgia é desnecessária. "A mudança de hábitos acaba aliviando ou mesmo eliminando os odores".


Leia também no caderno Saúde

 Família de pacientes na UTI se supera diariamente
 Tai Chi Chuan: arte à serviço da saúde
 Reunião Bariátrica esclarece conceitos sobre obesidade


 

 

 

 

Twitter Página do Online no Facebook RSS do Unisanta Online Comunidade do Unisanta Online no Orkut

Há 1 ano no Online


Baixe as últimas edições »

Semana de Arte Moderna: 90 anos

Um século de glórias

Última impressão

O caminho das artes

 



Divulgação Secom-PMS

Baixe as últimas edições »

Saber terceira língua já vira diferencial no mercado

Tesouro quase esquecido

Universidades distanciam pais e filhos

Excesso de telefone pode afetar a convivência social


E mais: Jornal dos Jogos »

Edições: 1 | 2


Há 1 ano no Online


Superstição: gatos pretos são discriminados na adoção

Leia mais »



Há 5 anos no Online


Jornalismo Impresso e Online têm projetos para o Intercom

Leia mais »



Há 10 anos no Online


Quase metade dos jovens está desempregada

Leia mais »

 
 

 

UNISANTA Online - Jornal-laboratório desenvolvido por alunos do segundo ano do curso de Jornalismo da Faculdade de Artes e Comunicação (FaAC) da Universidade Santa Cecília. Correspondência: Rua Oswaldo Cruz, 277 - 11045-907 - Boqueirão - Santos/SP. © 1994-2012 Universidade Santa Cecília - Todos os direitos reservados. Reprodução de textos permitida mediante autorização. As matérias publicadas são de inteira responsabilidade dos alunos-repórteres, sob a coordenação dos respectivos professores-orientadores - não representando, portanto, a opinião da instituição.